Produtores cobram a conta da greve dos caminhoneiros com reajuste nos preços

Valor dos produtos perecíveis disparam nos supermercados

 

A greve dos caminhoneiros que por 10 dias barrou o transporte de cargas em rodovias de todo o país encerrou-se quarta-feira da semana passada, mas seus efeitos ainda são sentido pelo povo.

Além da falta de gasolina que persiste nos postos de combustíveis, os preços dos produtos do setor de hortifrutigranjeiros dispararam nos supermercados.

Alguns dos itens, como o tomate e a banana, chegaram a triplicar de preço. Quando começou a greve o quilo do tomate custava em média R$ 3,00, valor que agora chega a R$ 9,00 em supermercados da cidade.

No caso da banana o quilo girava na casa dos R$ 2,50 e a agora a fruta é encontrada por até R$ 8,00 o quilo.

O encarregado das compras do setor de hortifrutigranjeiros para a Rede de Supermercados Tischler, Silmar Martin, destaca que o produtor rural está cobrando a conta da greve dos caminhoneiros.

“Eles perderam cargas e mais cargas de alimentos por impossibilidade de transporte, e agora tentam, com a elevação dos preços, ao menos amenizarem os
prejuízos que levaram”, acrescenta Martin.

Ele frisa que os preços praticados hoje nos alimentos perecíveis são atípicos e que deverão estar normalizados dentro de 15 dias.

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